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Na MoviMente, identificamos a origem da dor e prescrevemos um tratamento focado na causa, para que recupere de forma eficaz e sem recaídas.
É uma das queixas musculoesqueléticas mais frequentes em adultos entre os 30 e os 50 anos. A dor manifesta-se no exterior do cotovelo e pode irradiar para o antebraço, agravando-se ao agarrar objetos, apertar a mão ou realizar movimentos de torção.
O "cotovelo de tenista", clinicamente designado por epicondilite lateral, é uma inflamação dos tendões que ligam os músculos do antebraço ao osso do cotovelo. Apesar do nome, afeta sobretudo pessoas que fazem movimentos repetitivos com o braço no trabalho, no desporto ou nas tarefas domésticas.
Dor no exterior do cotovelo, especialmente ao agarrar ou apertar objetos
Dificuldade em segurar uma chávena, uma garrafa ou ferramentas
Dor ao torcer o pulso. Por exemplo, ao abrir uma torneira ou apertar um parafuso
Dor ao torcer o pulso. Por exemplo, ao abrir uma torneira ou apertar um parafuso
Dor que piora ao final do dia ou após esforço
Desconforto ao estender o braço com a palma da mão virada para baixo
Estes sintomas podem surgir de forma gradual ao longo de semanas ou aparecer subitamente após um esforço pontual. Em ambos os casos, a avaliação precoce é determinante para evitar a progressão para uma condição crónica.
O cotovelo de tenista resulta da sobrecarga repetitiva dos tendões extensores do punho. As causas mais comuns incluem:
Repetição de tarefas com o punho e antebraço: digitação, uso de ferramentas manuais, pintura.
Técnica incorreta no desporto ou no levantamento de cargas
Prática de ténis, padel ou squash, sobretudo com carga frequente.
Retoma brusca de atividade física após um período de inatividade
Trabalho manual intenso como carpintaria, canalização ou cozinha profissional.
Fraqueza muscular do antebraço que sobrecarrega os tendões
O tratamento do cotovelo de tenista na MoviMente começa sempre por uma avaliação funcional completa. Analisamos a origem da sobrecarga, a biomecânica do movimento e o padrão de atividade do paciente para construir um plano de tratamento focado na causa. O objetivo não é apenas aliviar a dor. É restaurar a função do cotovelo e prevenir recaídas.
A duração do tratamento varia conforme a fase da lesão e o padrão de atividade do paciente. Em grande parte dos casos, temos resultados favoráveis já na primeira sessão. Casos crónicos ou recorrentes requerem um plano mais prolongado e um trabalho mais consistente de fortalecimento. Em todas as fases, o paciente recebe orientação sobre como adaptar as suas atividades diárias para não agravar a condição durante o tratamento.
A Fisioterapia é o tratamento de primeira linha para o cotovelo de tenista.
Em casos onde a sobrecarga no cotovelo está relacionada com compensações posturais ou restrições noutras estruturas, como o pescoço, o ombro ou o punho, a Osteopatia complementa o tratamento fisioterapêutico. O osteopata avalia o membro superior como um todo e trabalha as estruturas que possam estar a contribuir para a sobrecarga tendinosa.
A duração do tratamento varia conforme a fase da lesão e o padrão de atividade do paciente. Em casos agudos, os primeiros resultados surgem em 3 a 6 sessões. Casos crónicos ou recorrentes requerem um plano mais prolongado e um trabalho mais consistente de fortalecimento. Em todas as fases, o paciente recebe orientação sobre como adaptar as suas atividades diárias para não agravar a condição durante o tratamento.
Avaliação a sério
Cada tratamento começa por perceber o problema a fundo. A avaliação funcional identifica a origem da sobrecarga para que o plano terapêutico resolva a causa, não apenas os sintomas.
Profissionais especializados
Os nossos fisioterapeutas e osteopatas têm formações avançada nas suas áreas. Cada sessão é conduzida por um profissional dedicado ao seu caso.
Acompanhamento ao longo do tempo
O tratamento não termina quando a dor passa. Acompanhamos a evolução, ajustamos o plano e preparamos o regresso à atividade com segurança.
7 clínicas em Portugal
Viseu, Porto, Braga, Guimarães, Cucujães e Barreiro. Em qualquer unidade encontra o mesmo nível de cuidado e os mesmos padrões de qualidade.
Em casos ligeiros, pode melhorar sozinho. No entanto, sem tratamento adequado, é comum evoluir para uma condição crónica com períodos de melhoria e recaída. A avaliação precoce evita esse ciclo e encurta significativamente o tempo de recuperação.
Nem sempre. O fisioterapeuta avalia o nível de atividade e define com o paciente o que pode manter, o que deve adaptar e o que deve evitar temporariamente. O objetivo é recuperar sem interromper completamente a vida habitual.
Depende da fase em que a lesão se encontra e do padrão de atividade do paciente. Casos agudos respondem entre 1 a 2 semanas com tratamento regular. Casos crónicos podem requerer 3 a 4 meses. O fisioterapeuta apresenta uma estimativa após a avaliação inicial.
As técnicas utilizadas são adaptadas ao limiar de cada paciente. Algumas sessões podem causar desconforto momentâneo, mas o objetivo é sempre aliviar! O fisioterapeuta comunica o que esperar e ajusta a intensidade.
Sim, se a causa original não for corrigida. Por isso, o tratamento na MoviMente inclui sempre uma componente de prevenção como exercícios de fortalecimento, orientação postural e adaptação da técnica desportiva ou laboral.
A MoviMente trabalha com os principais seguros e subsistemas nacionais, incluindo Multicare, BS Care, Future Healthcare e Saúde Prime, entre outros. Consulte a nossa página de Acordos e Convenções para verificar a disponibilidade na unidade mais próxima de si.
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